segunda-feira, 6 de julho de 2009

PARQUE DA EXPO, Lisboa

http://expo98.blogs.sapo.pt/ ...11 anos depois

Gare do Oriente, Santiago Calatrava

Pavilhão de Portugal na Expo'98, Álvaro Siza

http://alvarosizavieira.com/


http://www.oceanario.pt/








Fabinho e Lucas

Fabinho e Antoine





Gil, o mascote

AZULEJOS, Lisboa

METRO - ESTAÇÃO ALVALADE




GRANDES FOTÓGRAFOS, Jan Sochor

Orfanato Bon Samaritain, Haïti

sexta-feira, 3 de julho de 2009

L'ART NAÏF - BRASIL

Chico da Silva
História e obra

Ele nasceu no Acre em 1923, filho de uma cabocla cearense com um índio da Amazônia peruana. Foi criado ante a misteriosa paisagem da floresta amazônica e à diversidade de cores e formas. A mesma diversidade que provavelmente desenvolveu no menino Francisco Domingos da Silva a genialidade de suas pinturas primitivistas que mais tarde seriam apresentadas ao mundo.

Em 1934, quando uma grande leva de nordestinos continuava saindo para a Amazônia em busca de um eldorado, a família de Chico da Silva resolveu fazer o caminho inverso e embarcou para o Ceará. Foram três ou quatro meses descendo rios, os mais diversos, por entre a grande floresta até desaguar no Oceano Atlântico com destino ao porto de Mucuripe, em Fortaleza (CE). Difícil imaginar, à época, que aquele garoto, filho das terras acreanas, navegando por águas turvas e cheias de tantas armadilhas e mistérios, seria o mais genial pintor primitivista do século XX.

Poucos sabem, mas Chico da Silva é o acreano mais festejado no meio das artes plásticas no Brasil e na Europa. Ele participou de várias exposições em países como França, Suíça, Itália e Rússia. Seus trabalhos fazem parte dos mais importantes museus e pinacotecas do mundo.

Chico da Silva é considerado um pintor do meio cearense.

De poucas letras, semi-analfabeto, Chico da Silva foi descoberto por um suíço em meados da década de 50 na praia do Pirambu, em Fortaleza, onde costumava desenhar em paredes e muros do bairro. Com estilo incomparável, segundo os pesquisadores, os desenhos dele surgiam de forma espontânea, como involuntários impulsos de sua imaginação. Chico não teve nenhuma influência de outros estilos nem muito menos de escolas de pintura. Seus traços, inicialmente feitos a carvão, impressionavam pela riqueza de detalhes e abstração. Eram dragões, peixes voadores, sereias, figuras ameaçadoras e de grande densidade e formas.

Antes de ser conhecido, era chamado pelos moradores de “indiozinho débil mental”, até que um suíço, Jean-Pierre Chabloz, ficou impressionado com os desenhos naqueles muros e resolveu conhecê-lo. Chico recebeu apoio e estímulo de Chabloz para desenhar e pintar cada vez mais. Foi o suficiente para torná-lo famoso e transformar seus quadros em peças cobiçadas pelos mais sofisticados apreciadores das artes plásticas.

Falecido em 1985, o acreano Chico da Silva deixou uma obra polêmica e cobiçada. Chico da Silva tornou-se cult por representar o retrato perfeito da pintura primitivista da Amazônia. Na Europa ele é conhecido como o índio de técnica apuradíssima e traços autodidatas de origem inerente à visão tropical da vida na floresta.
Fonte: www.handcraftbrazil.com/Valber Lima


Recentemente a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará adquiriu vários trabalhos de Chico da Silva que pertenciam a um colecionador francês. Os quadros fazem parte da primeira fase do pintor.

www.mauc.ufc.br

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Goran Bregovic

video

MATA ATLÂNTICA

SOS MATA ATLÂNTICA: http://www.rma.org.br


A Mata Atlântica é uma formação vegetal brasileira. As florestas atlânticas apresentam árvores com folhas largas perenes. Há grande diversidade de epífitas, como bromélias e orquídeas. Não deve ser confundida com a floresta Amazônica, ou selva Amazônica, em especial no Brasil

Foi a segunda maior floresta tropical em ocorrência e importância na América do Sul, em especial no Brasil. Acompanhava toda a linha do litoral brasileiro do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte (regiões meridionais e nordeste). Nas regiões Sul e Sudeste chegava até Argentina e Paraguai. Cobria importantes trechos de serras e escarpas do Planalto Brasileiro, e era contínua com a Floresta Amazônica. Em função do desmatamento, principalmente a partir do século XX, encontra-se hoje extremamente reduzida, sendo uma das florestas tropicais mais ameaçadas do globo. Apesar de reduzida a poucos fragmentos, na sua maioria descontínuos, a biodiversidade de seu ecossistema é uma dos maiores do planeta.

Serra do Mar - São Paulo




RIO-SANTOS

É conhecido como Rodovia Rio-Santos o trecho da BR-101 compreendido entre os municípios do Rio de Janeiro e de Santos, no litoral de São Paulo.
A rodovia é famosa por margear o litoral paulista e fluminense, correndo a poucos quilômetros paralelamente ao mar. Nos entornos da rodovia estão localizadas estâncias balneáras turísticas famosas como Mangaratiba, Angra dos Reis, Paraty, Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela, Bertioga e Guarujá.
Ubatuba

Paraty
http://www.paraty.tur.br/historia/linhadotempo.php


http://www.paraty.com.br/

Ilha Grande
A exemplo do Rio de Janeiro, que foi batizado em 1o de janeiro de 1502, quando o chefe da primeira expedição exploradora, o navegador André Gonçalves, supôs ser, a baía da Guanabara , a desembocadura de um grande rio, batizando-a Rio de Janeiro, a baía da Ilha Grande, também foi confundida, pela mesma expedição, em 6 de janeiro do mesmo ano.

Navegando pelo o canal existente entre o continente e a Ilha Grande ( a expedição não imaginava ser uma ilha e portanto não foi batizada ) , julgavam estar entrando em uma enseada. Ao chegar às proximidades da atual cidade de Angra dos Reis, verificou-se o engano: não era uma enseada (angra) mas, por ser o dia em que a Igreja Católica comemora os Santos Reis Magos, ficou a localidade batizada como Angra dos Reis, embora a fundação oficial da cidade tenha se dado em 1608.
Naquela época, a região era habitada por índios, que com o tempo foram sendo escravizados pelos portugueses que foram ocupando as aldeias existentes em locais onde hoje temos: Mangaratiba, Ilha da Gipóia (em frente a Angra dos Reis) e Paraty.