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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Reservatório da Mãe d'Água, Jardim das Amoreiras

Mãe d'Água
Inicialmente pensada para ser construída entre São Roque e os terrenos do Palácio dos Condes de Soure, a Mãe d'Água foi desenhada pelo arquitecto húngaro Carlos Mardel (1696 - 1763). Foram demolidas algumas casas e o solo terraplanado. Acabou por ser edificada em Campolide de Baixo, junto ao Rato por ordem de Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido como Marquês de Pombal.
Mardel trabalhou na Mãe d'Água a partir de 1745 até 1763, ano da sua morte. O projecto estava inacabado e foi retomado por Reinaldo Manuel dos Santos (1731 - 1791) em 1772. A alteração de arquitecto fez com que também o desenho do edifício tenha sido alterado, tanto no interior como no exterior. O projecto foi terminado apenas em 1834, já no reinado de D. Maria II, com a construção da cobertura, tendo apenas nessa altura começado a trabalhar em pleno.
A este edifício está anexado um outro, a Casa do Registo, de onde partem duas das principais galerias distribuidoras das Águas Livres, a do Loreto e a da Esperança, para além de uma terceira, mais pequena, que abastece o Chafariz do Rato.
Actualmente esse espaço, integrado no Museu da Água da EPAL, é utilizado para exposições de arte, desfiles de moda e outros eventos.

http://museudaagua.epal.pt/museudaagua/


sábado, 28 de novembro de 2009

LISBOA, Portas de Santo Antão


GINJINHA



Ginjinha
Ginjinha, ou simplesmente ginja, é um destilado obtido a partir da fermentação da fruta da ginja (nome científico Prunus cerasus), similar à cereja, muito popular em Portugal, especialmente em Lisboa, Óbidos, Alcobaça e no Algarve.
É costume servi-la com uma fruta curtida no fundo do copo, popularmente dito "com elas", ou, quando pura, "sem elas".

Estabelecimentos especializados (Lisboa)
Ginjinha Espinheira, fundada em 1840 por Francisco Espinheira
Largo de São Domingos.
Ginginha Sem Rival, fundada no século XIX
Rua das Portas de Santo Antão.
Ginjinha Rubi, fundada em 1931
Rua de Barros Queirós.

domingo, 30 de agosto de 2009

PAULA REGO

ver programa:



Todos os anos pela Primavera, todos os anos pelo Outono, surgirão novas histórias para serem contadas em Cascais. Paula Rego vai ter uma casa onde se passearão as figuras de pesadelo, as imagens de sonho saídas do seu imaginário. Todos poderão brincar lá dentro. Seja apenas com o olhar, seja com o desejo de partir à procura dos contos escondidos naquele universo feito de espanto. É a Casa das Histórias, um projecto de Eduardo Souto de Moura, com inauguração marcada para 18 de Setembro, acondicionada num edifício para já escarlate mas que o tempo se encarregará de empalidecer até lhe dar um tom rosa-velho.




segunda-feira, 6 de julho de 2009

PARQUE DA EXPO, Lisboa

http://expo98.blogs.sapo.pt/ ...11 anos depois

Gare do Oriente, Santiago Calatrava

Pavilhão de Portugal na Expo'98, Álvaro Siza

http://alvarosizavieira.com/


http://www.oceanario.pt/








Fabinho e Lucas

Fabinho e Antoine





Gil, o mascote

AZULEJOS, Lisboa

METRO - ESTAÇÃO ALVALADE




sexta-feira, 12 de junho de 2009

FESTAS DE LISBOA

PROGRAMAÇÃO:
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NOIVAS DE SANTO ANTÔNIO

Santo António nasceu em Lisboa em 1195, tendo ingressado, ainda muito jovem, na Ordem dos Franciscanos. Era um pregador culto e apaixonado, conhecido pela sua devoção aos pobres e pela habilidade para converter heréticos.
Leccionou teologia em diversas universidades europeias e passou os seus últimos meses de vida em Pádua, Itália, onde viria a falecer, em 1231.
A Igreja Católica canonizou-o menos de um ano depois da sua morte e em 1934 o Papa Pio XI proclamou-o segundo padroeiro de Portugal, a par de Nossa Senhora da Conceição.
Santo António é vulgarmente considerado como um santo casamenteiro, pois, segundo a lenda, era um excelente conciliador de casais.
É particularmente venerado na Cidade de Lisboa e o seu dia, 13 de Junho, é feriado municipal. Contudo, as festas em honra de Santo António começam logo no dia 12 com a realização dos Casamentos de Santo António, evento inserido nas Festas da Cidade.
Este acontecimento, de grande relevo para Lisboa, comemorou no ano passado o seu Cinquentenário; foi em 1958 que 26 casais ficaram unidos pelo matrimónio na Igreja de Santo António. O objectivo da iniciativa, então patrocinada pelo Diário Popular, era possibilitar o casamento a casais com maiores dificuldades financeiras.
Após diversos anos de interrupção, a tradição foi retomada em 1997, agora sob a égide da Câmara Municipal de Lisboa, passando a admitir-se, também, casamentos civis.
Os Casamentos de Santo António constituem uma marca incontornável na tradição popular de Lisboa, contribuindo, em cada ano, para firmar a identidade cultural da Cidade.

Em 2009, a Câmara Municipal de Lisboa, com a participação e o empenho da sociedade civil, proporcionará, uma vez mais, a união de 16 jovens casais no dia 12 de Junho.


MANJERICOS


quarta-feira, 26 de novembro de 2008

CHAPITÔ

Chapitô uma casa, como tantas outras, uma velha casa cheia de histórias, onde as paredes falam diferente...” Teresa Ricou

O Chapitô é um projecto cultural, social e educativo que cruza a formação, a animação e a intervenção social através das Artes e do Espectáculo. Em termos de espaço, é um local fabuloso, junto às muralhas do Castelo de São Jorge, com vista sobre a cidade e o rio. O Restô do Chapitô é um restaurante criativo e diferente. Cozinha internacional variada e imaginativa.

Rua Costa do Castelo 7 - Lisboa
1100-176 LISBOA
Telefone: 218 867 334
http://www.chapito.org

ATIRA-TE AO RIO, Restaurante


Atira-te ao Rio

Situado no conhecido Cais do Ginjal, o Atira-te ao Rio é um restaurante rústico e muito agradável. Com Lisboa na outra margem, como pano de fundo, poderá deliciar-se com um dos muitos pratos que este restaurante tem para oferecer. Aos Sábados só servem feijoada à brasileira.

Cais Ginjal 69/70 - Cacilhas
2800-284 - ALMADA
Telefone: 212 751 380
www.atirateaorio.pt

terça-feira, 25 de novembro de 2008

PAVILHÃO CHINÊS












Pavilhão Chinês
"Abre-se a porta, abrem-se os olhos de espanto... Abracadabra!, cantava Paulo de Carvalho nos anos 80, poucos anos antes de o Pavilhão Chinês, em 1986, abrir as suas portas e espantar muitos olhares com as suas cinco salas sobre decoradas e impor um serviço e carta esmerados. Duas décadas depois, o efeito Abracadadra mantém-se. A sobre decoração mantém-se, com milhares de objectos de artes várias. O serviço e a carta, especializada em cocktails, chás puros e álcoois de excelência, mantém-se". Luís J. Santos (PÚBLICO)
PAVILHÃO CHINÊS
TELEFONE:(+351) 213424729
LOCAL: Lisboa, R. D. Pedro V, 89
HORÁRIOS:Segunda a sábado das 18h00 às 02h00
Domingo das 21h00 às 02h00