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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
KUNSTHAUS, ZURICH - Giacometti
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ARTE
domingo, 1 de novembro de 2009
alguns quadros...
Giuditta che taglia la testa a Oloferne (1597-1600)
Michelangelo Merisi detto il Caravaggio
BRUEGEL
Pieter Brueghel, o Velho: Combate entre o Carnaval e a Quaresma (1559)
INGRES
A Odalisca, Museu do Louvre
Le Cantique des Cantiques 4
Musée National Marc Chagall.
http://www.musee-chagall.fr/
Hieronymus BOSCH

VAN EYCK
The Arnolfini Portrait1434
National Gallery, London

MONET
Madame Monet en costume japonaisClaude Monet, 1875
Museu de Belas Artes de Boston

GOYA

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
ALMADA NEGREIROS, (Trindade, S. Tomé, 7 de Abril de 1893 — Lisboa, 15 de Junho de 1970)
HISTÓRIA DAS PALAVRASAs mulheres e os homens estavam espalhados pela Terra. Uns estavam maravilhados, outros tinham-se cansado. Os que estavam maravilhados abriam a boca, os que se tinham cansado também abriam a boca. Ambos abriam a boca.
Houve um homem sozinho que se pôs a espreitar esta diferença - havia pessoas maravilhadas e outras que estavam cansadas.
Depois ainda espreitou melhor: Todas as pessoas estavam maravilhadas, depois não sabiam agüentar-se maravilhadas e ficavam cansadas.
As pessoas estavam tristes ou alegres conforme a luz para cada um - mais luz, alegres - menos luz, tristes.
O homem sozinho ficou a pensar nesta diferença. Para não esquecer, fez uns sinais numa pedra.
Este homem sozinho era da minha raça - era um Egípcio!
Os sinais que ele gravou na pedra para medir a luz por dentro das pessoas, chamaram-se hieróglifos.
Mais tarde veio outro homem sozinho que tornou estes sinais ainda mais fáceis. Fez vinte e dois sinais que bastavam para todas as combinações que há ao Sol.
Este homem sozinho era da minha raça - era um Fenício.
Cada um dos vinte e dois sinais era uma letra. Cada combinação de letras uma palavra.
Todos dias faz anos que foram inventadas as palavras.
É preciso festejar todos os dias o centenário das palavras.
Almada Negreiros

A FLOR
Pede-se a uma criança: Desenhe uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém.
Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção , outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase que não resistiu.
Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era de mais.
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: uma flor!
As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor!
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor!
Pede-se a uma criança: Desenhe uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém.
Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção , outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase que não resistiu.
Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era de mais.
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: uma flor!
As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor!
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor!
Almada Negreiros
José de Almada Negreiros sobre Fernando Pessoa...
..."Começo por Fernando Pessoa.
Não recordo ter estado alguma vez com Fernando Pessoa e mais outros. Ou lembro vagamente. Lembro-me apenas de ter estado anos com ele e mais ninguém connosco. O poeta Américo Durão lembra-se de ser eu o único do "Orpheu" tu-cá-tu-lá com Fernando Pessoa. Sou comovidamente grato a este testemunho público daquele poeta, tanto mais que devo não ter sido o mais assíduo companheiro de Fernando Pessoa, e o facto de os do "Orpheu" não se tratarem por tu, torna bem significativo o da sua aberta recordação. Há verificável impossível salvo do poeta.
Devo a Fernando Pessoa (repito: pela primeira vez na minha vida) a alegria de ver noutrem a oposição e não o costumado contrário nosso alheio. Obrigado Fernando. Não há aqui de quê agradecer. Também o sei. Desculpe. É a afectividade. Carinho.
De parte a parte, em ambos nós nada havia de contrários pois que nenhum dependia dessas classificações engendradas a título social para o sossego e a comodidade de uns tantos. Não. Éramos poetas. Perdão: apresentávamo-nos para poetas. Antes de bons ou maus poetas bebíamos já ambos o delirante veneno de não pertencermos a nada e sermos cá. Partíamos logo desde o respeito muito bem pesado por tudo quanto a outros lhes era forçoso participar no quotidiano. Não ter este forçoso era o nosso carimbo de poetas. Mas para melhor fazer entender o carimbo, direi que isenção que significa poeta tem arrumo na nomenclatura social e na mesma palavra que faz de réu em desclassificado.
Foi neste momento que dei a Fernando Pessoa um pequeno papel muito dobrado e que ainda o dobrei mais deante dele. Desdobrou-o com o mesmo cuidado com que o dobrei, e leu: Quer o queiramos quer não, nós (o artista) estamos muito longe de pertencer à comunidade". Assinado: Cézanne."...
Texto retirado do livro de Almada Negreiros "Orpheu", edição Ática
José de Almada Negreiros sobre Fernando Pessoa......"Começo por Fernando Pessoa.
Não recordo ter estado alguma vez com Fernando Pessoa e mais outros. Ou lembro vagamente. Lembro-me apenas de ter estado anos com ele e mais ninguém connosco. O poeta Américo Durão lembra-se de ser eu o único do "Orpheu" tu-cá-tu-lá com Fernando Pessoa. Sou comovidamente grato a este testemunho público daquele poeta, tanto mais que devo não ter sido o mais assíduo companheiro de Fernando Pessoa, e o facto de os do "Orpheu" não se tratarem por tu, torna bem significativo o da sua aberta recordação. Há verificável impossível salvo do poeta.
Devo a Fernando Pessoa (repito: pela primeira vez na minha vida) a alegria de ver noutrem a oposição e não o costumado contrário nosso alheio. Obrigado Fernando. Não há aqui de quê agradecer. Também o sei. Desculpe. É a afectividade. Carinho.
De parte a parte, em ambos nós nada havia de contrários pois que nenhum dependia dessas classificações engendradas a título social para o sossego e a comodidade de uns tantos. Não. Éramos poetas. Perdão: apresentávamo-nos para poetas. Antes de bons ou maus poetas bebíamos já ambos o delirante veneno de não pertencermos a nada e sermos cá. Partíamos logo desde o respeito muito bem pesado por tudo quanto a outros lhes era forçoso participar no quotidiano. Não ter este forçoso era o nosso carimbo de poetas. Mas para melhor fazer entender o carimbo, direi que isenção que significa poeta tem arrumo na nomenclatura social e na mesma palavra que faz de réu em desclassificado.
Foi neste momento que dei a Fernando Pessoa um pequeno papel muito dobrado e que ainda o dobrei mais deante dele. Desdobrou-o com o mesmo cuidado com que o dobrei, e leu: Quer o queiramos quer não, nós (o artista) estamos muito longe de pertencer à comunidade". Assinado: Cézanne."...
Texto retirado do livro de Almada Negreiros "Orpheu", edição Ática
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domingo, 30 de agosto de 2009
MUDE - Museu do Design e da Moda. Colecção Francisco Capelo

O Museu do Design encerrou ao público no Centro Cultural de Belém em Agosto de 2006. O novo Museu do Design e da Moda – MUDE abrirá ao público no Palácio Verride (Palácio de Sta. Catarina). No contexto internacional o MUDE possui um lugar singular pois reúne no mesmo espaço design e moda.Tendo por base a colecção Francisco Capelo, adquirida pela CML, o museu reúne muitos dos mais emblemáticos objectos criados entre meados da década de 1930 e a actualidade. Mobiliário e pequenos objectos utilitários, reflectem os principais movimentos e tendências do design do século XX. A colecção conta com 1000 objectos e 1200 peças de alta-costura, encontrando-se a desenvolver uma política de aquisições. Em paralelo, vestuário, calçado e acessórios, maioritariamente de alta costura, tecem a história da moda durante o mesmo período.
Endereço: Sala do RiscoLargo de Santo António à Sé,
221100-342 Lisboa
Telefone: 218 886 117
Fax: 218 886 124
Internet: http://www.mude.pt/
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sexta-feira, 3 de julho de 2009
L'ART NAÏF - BRASIL
Chico da Silva
História e obra
Ele nasceu no Acre em 1923, filho de uma cabocla cearense com um índio da Amazônia peruana. Foi criado ante a misteriosa paisagem da floresta amazônica e à diversidade de cores e formas. A mesma diversidade que provavelmente desenvolveu no menino Francisco Domingos da Silva a genialidade de suas pinturas primitivistas que mais tarde seriam apresentadas ao mundo.
História e obra
Ele nasceu no Acre em 1923, filho de uma cabocla cearense com um índio da Amazônia peruana. Foi criado ante a misteriosa paisagem da floresta amazônica e à diversidade de cores e formas. A mesma diversidade que provavelmente desenvolveu no menino Francisco Domingos da Silva a genialidade de suas pinturas primitivistas que mais tarde seriam apresentadas ao mundo.

Em 1934, quando uma grande leva de nordestinos continuava saindo para a Amazônia em busca de um eldorado, a família de Chico da Silva resolveu fazer o caminho inverso e embarcou para o Ceará. Foram três ou quatro meses descendo rios, os mais diversos, por entre a grande floresta até desaguar no Oceano Atlântico com destino ao porto de Mucuripe, em Fortaleza (CE). Difícil imaginar, à época, que aquele garoto, filho das terras acreanas, navegando por águas turvas e cheias de tantas armadilhas e mistérios, seria o mais genial pintor primitivista do século XX.Poucos sabem, mas Chico da Silva é o acreano mais festejado no meio das artes plásticas no Brasil e na Europa. Ele participou de várias exposições em países como França, Suíça, Itália e Rússia. Seus trabalhos fazem parte dos mais importantes museus e pinacotecas do mundo.
Chico da Silva é considerado um pintor do meio cearense.
De poucas letras, semi-analfabeto, Chico da Silva foi descoberto por um suíço em meados da década de 50 na praia do Pirambu, em Fortaleza, onde costumava desenhar em paredes e muros do bairro. Com estilo incomparável, segundo os pesquisadores, os desenhos dele surgiam de forma espontânea, como involuntários impulsos de sua imaginação. Chico não teve nenhuma influência de outros estilos nem muito menos de escolas de pintura. Seus traços, inicialmente feitos a carvão, impressionavam pela riqueza de detalhes e abstração. Eram dragões, peixes voadores, sereias, figuras ameaçadoras e de grande densidade e formas.
Antes de ser conhecido, era chamado pelos moradores de “indiozinho débil mental”, até que um suíço, Jean-Pierre Chabloz, ficou impressionado com os desenhos naqueles muros e resolveu conhecê-lo. Chico recebeu apoio e estímulo de Chabloz para desenhar e pintar cada vez mais. Foi o suficiente para torná-lo famoso e transformar seus quadros em peças cobiçadas pelos mais sofisticados apreciadores das artes plásticas.
Falecido em 1985, o acreano Chico da Silva deixou uma obra polêmica e cobiçada. Chico da Silva tornou-se cult por representar o retrato perfeito da pintura primitivista da Amazônia. Na Europa ele é conhecido como o índio de técnica apuradíssima e traços autodidatas de origem inerente à visão tropical da vida na floresta. Fonte: www.handcraftbrazil.com/Valber Lima


www.mauc.ufc.br

Recentemente a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará adquiriu vários trabalhos de Chico da Silva que pertenciam a um colecionador francês. Os quadros fazem parte da primeira fase do pintor.

www.mauc.ufc.br
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domingo, 19 de abril de 2009
MÁSCARAS DA ÁSIA, Museu do Oriente
Na galeria de exposições temporárias, a mostra "Máscaras da Ásia", composta por mais de 200 máscaras da Índia, Sri Lanka, Tailândia, China, Coreia e Japão.
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terça-feira, 7 de abril de 2009
CARGALEIRO

Manuel Cargaleiro
(Chão das Servas, 16 de Março de 1927) é um pintor e ceramista português.Nascido em concelho de Vila Velha de Ródão (distrito de Castelo Branco), viveu desde criança na margem Sul do Tejo, nos concelhos de Almada e Seixal.Em 1949 participou no Primeiro Salão de Cerâmica organizado por António Ferro em Lisboa e, em 1952, realizou a primeira exposição individual de cerâmica organizado pelo então Secretariado Nacional de Informação (SNI).Foi professor de cerâmica na Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa, e tem desde 1994 no Seixal (Fogueteiro), baptizada com seu nome, a escola secundária Manuel Cargaleiro.Em 1957 fixou residência em Paris onde está representado em permanência na Galeria Albert Loeb mas a partir do último quartel do século XX passou a trabalhar quer em França quer em Lisboa e Monte da Caparica.A 31 de Janeiro de 1990 criou em Lisboa a Fundação Manuel Cargaleiro à qual doou um vasto conjunto das suas obras e a colecção constituída por objectos de várias temáticas. Possui um atelier na Fábrica Viúva Lamego, em Sintra, e, a partir de 1999, em Vietri sul Mare (província de Salerno, Itália) onde, em 2004, foi inaugurado o Museo Artistico Industriale Manuel Cargaleiro.
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domingo, 29 de março de 2009
MARC CHAGALL, Exposição

"O mundo mágico de Marc Chagall - o Sonho e a Vida"
2/junho a 2/agosto - Museu Nacional de Belas Artes (RJ)
18/agosto a 18/outubro - Casa Fiat (BH)
18/agosto a 18/outubro - Casa Fiat (BH)
A exposição “O mundo mágico de Marc Chagall - o Sonho e a Vida” será a primeira exposição de grande porte no país de Marc Chagall, 52 anos depois da sala especial realizada na IV Bienal.Pintor, gravador e vitralista bielorusso, Marc Chagall nasceu em Vitebsk em 7 de julho de 1887. Iniciou-se em pintura no ateliê de um retratista local. Em 1908 estudou na Academia de Arte de São Petersburgo e, de volta à cidade natal, conheceu Bella, de quem pintou um retrato em 1909 (Kunstmuseum, Basiléia). Retornou a São Petersburgo e de lá seguiu para Paris em 1910, ligando-se a Blaise Cendrars, Max Jacob e Apollinaire e aos pintores Delaunay, Modigliani e La Fresnay.
Cantiques IV, Marc Chagall Marc Chagall trabalhou intensamente para integrar seu mundo de fantasias na linguagem moderna, derivada do fauvismo e do cubismo. Obras importantes desse período são “Moi et le village” (1911; “Eu e a aldeia”), “L’Autoportrait aux sept doigts” (1911; “Auto-retrato com sete dedos”), “La Femme enceinte” (1912-1913; “Mulher grávida”), “Le Soldat boit” (1912; “O soldado bebe”).
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Quase todos esses títulos foram dados por Cendrars. Coube a Apollinaire escolher as telas que Chagall expôs em 1914 em Berlim, com grande influência sobre o expressionismo de pós-guerra. Quando explodiu a guerra, Chagall, de volta à Rússia, foi mobilizado, mas ficou em São Petersburgo. Em 1915 casou-se com Bella. Irrompendo a revolução socialista de 1917, foi nomeado comissário de belas-artes do governo de Vitebsk. Fundou uma escola aberta a todas as tendências, entrou em conflito com Malevitch e acabou demitindo-se.
Quase todos esses títulos foram dados por Cendrars. Coube a Apollinaire escolher as telas que Chagall expôs em 1914 em Berlim, com grande influência sobre o expressionismo de pós-guerra. Quando explodiu a guerra, Chagall, de volta à Rússia, foi mobilizado, mas ficou em São Petersburgo. Em 1915 casou-se com Bella. Irrompendo a revolução socialista de 1917, foi nomeado comissário de belas-artes do governo de Vitebsk. Fundou uma escola aberta a todas as tendências, entrou em conflito com Malevitch e acabou demitindo-se.
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Na mesma época, pintou murais para a sala e o foyer do teatro judeu de Moscou. Retornou a Paris em 1922. Por encomenda do editor Ambroise Vollard, ilustrou a Bíblia e executou 96 gravuras para uma edição de Almas mortas de Gogol, só publicada em 1949.
Na mesma época, pintou murais para a sala e o foyer do teatro judeu de Moscou. Retornou a Paris em 1922. Por encomenda do editor Ambroise Vollard, ilustrou a Bíblia e executou 96 gravuras para uma edição de Almas mortas de Gogol, só publicada em 1949.
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Em 1927 ilustrou também as Fábulas de La Fontaine (cem gravuras publicadas em 1952). São dessa fase suas primeiras paisagens, bem como quadros que renovaram o tema lírico das flores. Em 1931 Chagall visitou a Palestina e a Síria e publicou Ma vie (Minha vida), autobiografia ilustrada por gravuras que já haviam aparecido em Berlim em 1923. Em 1933 realizou grande retrospectiva no Kunstmuseum de Basiléia.
Em 1927 ilustrou também as Fábulas de La Fontaine (cem gravuras publicadas em 1952). São dessa fase suas primeiras paisagens, bem como quadros que renovaram o tema lírico das flores. Em 1931 Chagall visitou a Palestina e a Síria e publicou Ma vie (Minha vida), autobiografia ilustrada por gravuras que já haviam aparecido em Berlim em 1923. Em 1933 realizou grande retrospectiva no Kunstmuseum de Basiléia.
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A partir de 1935 o clima de guerra e de perseguição aos judeus repercutiu em sua pintura, na qual os elementos dramáticos, sociais e religiosos passaram a tomar vulto. Em 1941 foi para os Estados Unidos, onde em 1944 morreu Bella Chagall, causando-lhe grande depressão. Mergulhou de novo no mundo das evocações e concluiu o quadro “Autour d’elle” (”Em torno dela”, Musée National d’Art Moderne, Paris), iniciado em 1937 e que se tornou uma síntese de sua temática. Em 1945 pintou grandes telas de fundo, cenários para o balé O pássaro de fogo, de Stravinski.
A partir de 1935 o clima de guerra e de perseguição aos judeus repercutiu em sua pintura, na qual os elementos dramáticos, sociais e religiosos passaram a tomar vulto. Em 1941 foi para os Estados Unidos, onde em 1944 morreu Bella Chagall, causando-lhe grande depressão. Mergulhou de novo no mundo das evocações e concluiu o quadro “Autour d’elle” (”Em torno dela”, Musée National d’Art Moderne, Paris), iniciado em 1937 e que se tornou uma síntese de sua temática. Em 1945 pintou grandes telas de fundo, cenários para o balé O pássaro de fogo, de Stravinski.
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Regressou definitivamente à França em 1947. Em 1950 criou vitrais para a sinagoga da universidade hebraica de Jerusalém. Os vitrais para a catedral de Metz, dos muitos que concebeu a seguir, datam de 1958. Chagall esteve várias vezes em Israel nessa época, desincumbindo-se de várias encomendas.
Regressou definitivamente à França em 1947. Em 1950 criou vitrais para a sinagoga da universidade hebraica de Jerusalém. Os vitrais para a catedral de Metz, dos muitos que concebeu a seguir, datam de 1958. Chagall esteve várias vezes em Israel nessa época, desincumbindo-se de várias encomendas.
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Na França e nos Estados Unidos, além de vitrais, realizou mosaicos, cerâmicas, murais e projetos de tapeçaria.
Na França e nos Estados Unidos, além de vitrais, realizou mosaicos, cerâmicas, murais e projetos de tapeçaria.
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Em 1977 o governo francês agraciou-o com a grã-cruz da Legião de Honra.
Em 1977 o governo francês agraciou-o com a grã-cruz da Legião de Honra.
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Reconhecido como um dos maiores pintores do Século 20, Marc Chagall morreu em Saint-Paul de Vence, no sul da França, em 28 de março de 1985.
Reconhecido como um dos maiores pintores do Século 20, Marc Chagall morreu em Saint-Paul de Vence, no sul da França, em 28 de março de 1985.
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quarta-feira, 25 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Ousmane Sow

Sculptant la plupart du temps des hommes en action, Ousmane Sow fait de la lutte la métaphore et le lieu même de son travail.
"On lutte pour conquérir la femme qu'on aime, on lutte pour conquérir l'espace, la lutte est une façon d'exister et de reconnaître l'autre,explique-t-il. C'est aussi cela l'Afrique, un champ de lutte et de combat."

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sábado, 24 de janeiro de 2009
Musée Gustave Moreau, Paris
Gustave Moreau (6 de abril de 1826 - 18 de abril de 1898) foi um pintor francês. Tornou-se célebre por ser um dos principais impulsionadores da arte simbolista do século XIX.
Moreau começou como pintor realista. Posteriormente, sob a influência dos impressionistas e pré-rafaelitas, evoluiu para uma pintura mais romântica e espiritual, que lhe permitiu entrar nas fileiras do simbolismo, junto com Munch, Ensor, Puvis de Chavannes e Redon. Alguns historiadores de arte preferem se referir a eles como pós-impressionistas.
Nascido em Paris, este pintor teve aulas dadas pelos mestres Chassériau e Picot em seus respectivos ateliês. Suas obras foram expostas pela primeira vez ao público e à crítica no Salão de 1852.
Os temas favoritos de Moreau eram as cenas bíblicas, principalmente a história de Salomé, muito em moda no final do século XIX, e as obras literárias clássicas.
Mestre da cor, soube representar mulheres de uma beleza rara com traços de anjo e pele aveludada, cobertas apenas por ousadas transparências. A luz foi utilizada por Moreau para obter essa atmosfera ao mesmo tempo mística e mágica, que caracterizou a pintura simbolista. No detalhismo caligráfico com que trabalhou os arabescos e demais elementos decorativos, Moreau se aproximou qualitativa e quantitativamente do modernista Klimt.
Moreau começou como pintor realista. Posteriormente, sob a influência dos impressionistas e pré-rafaelitas, evoluiu para uma pintura mais romântica e espiritual, que lhe permitiu entrar nas fileiras do simbolismo, junto com Munch, Ensor, Puvis de Chavannes e Redon. Alguns historiadores de arte preferem se referir a eles como pós-impressionistas.
Nascido em Paris, este pintor teve aulas dadas pelos mestres Chassériau e Picot em seus respectivos ateliês. Suas obras foram expostas pela primeira vez ao público e à crítica no Salão de 1852.
Os temas favoritos de Moreau eram as cenas bíblicas, principalmente a história de Salomé, muito em moda no final do século XIX, e as obras literárias clássicas.
Mestre da cor, soube representar mulheres de uma beleza rara com traços de anjo e pele aveludada, cobertas apenas por ousadas transparências. A luz foi utilizada por Moreau para obter essa atmosfera ao mesmo tempo mística e mágica, que caracterizou a pintura simbolista. No detalhismo caligráfico com que trabalhou os arabescos e demais elementos decorativos, Moreau se aproximou qualitativa e quantitativamente do modernista Klimt.

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